- Singulari, consultoria de Manaus, entra no Ranking Exame Negócios em Expansão 2026 em fase de crescimento nacional e internacional.
- Empresa aposta em letramento executivo em inteligência artificial para integrar IA à estratégia, cultura e processos decisórios das organizações.
- Com mais de 350 organizações atendidas e 2,8 mil profissionais capacitados, consultoria mira impacto em produtividade, governança e vantagem competitiva.
A consultoria amazonense Singulari foi confirmada no Ranking Exame Negócios em Expansão 2026, iniciativa da revista Exame em parceria com o BTG Pactual Empresas que reconhece companhias privadas com maior crescimento de receita. A posição da empresa liderada por Luciana Nogueira Minev e Suelen Scop será divulgada no 26 de agosto, durante evento em São Paulo, em meio à expansão da atuação em cultura organizacional e adoção estratégica de inteligência artificial.
Com 14 anos de operação desde a fundação em Manaus, em 2012, a Singulari já atendeu mais de 350 organizações e hoje desenvolve projetos para instituições como Banco Mundial e Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). No portfólio estão empresas como Honda, Samsung, Coca-Cola, BIC, Procter & Gamble, New York University, Marjom, P&C, AEGEA, Rymo, Hossokawa e Grupo Simões.
A consultoria, que já mantinha presença em São Paulo, avançou também para o mercado norte-americano, onde participa de iniciativas voltadas à adoção de inteligência artificial em organizações. A expansão ocorre em paralelo à consolidação de frentes de trabalho em cultura, liderança e transformação organizacional.
IA integrada à estratégia e à cultura das empresas
De acordo com a fundadora e CEO, Luciana Nogueira Minev, parte do mercado ainda concentra esforços na simples implementação de ferramentas de IA. A Singulari atua para que a tecnologia seja incorporada de forma consistente aos processos, às decisões e à cultura organizacional, com responsabilidade e alinhamento à estratégia do negócio.
“A nossa visão sempre foi de que a inovação começa pelas pessoas. Antes mesmo da explosão da inteligência artificial generativa, já trabalhávamos com as organizações para transformar sua cultura, desenvolver lideranças e preparar equipes para os desafios de um mercado em constante transição. Hoje esse direcionamento reforça que a principal transformação nas empresas não é apenas tecnológica, mas cultural”, destaca Luciana.
Psicóloga, mestre em Engenharia de Produção, TEDx Speaker, conselheira certificada pelo Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) e investidora em negócios amazônicos, Luciana associa a capacidade de expansão da consultoria à experiência de empreender na região amazônica.
“O fato de termos nascido na Amazônia moldou nossa capacidade de adaptação, resiliência e olhar sistêmico. Temos muito orgulho de mostrar o potencial de transformação e inovação da nossa região para todo o país e internacionalmente, mostrar que a Amazônia pode exportar conhecimento, além de insumos e ativos da floresta”, afirma.

Letramento executivo em IA como pilar da expansão
A Singulari incorporou o letramento executivo em inteligência artificial como eixo central de sua metodologia de adoção da tecnologia. Nos projetos, a consultoria prepara conselhos de administração, C-levels, gestores e equipes para integrar a IA aos processos decisórios e operacionais, abordando produtividade, automação, governança, riscos e uso responsável, com foco na preservação do protagonismo humano.
Até agora, mais de 2,8 mil profissionais passaram pelas capacitações da empresa em IA, distribuídas em mais de 140 turmas dedicadas ao tema.
“Estamos vivendo um momento semelhante ao da chegada da internet às empresas. Não basta disponibilizar tecnologia. É preciso ampliar o conhecimento, desenvolver habilidades, estabelecer critérios de uso e criar uma cultura capaz de transformar potencial tecnológico em resultados concretos”, pontua Suelen Scop, psicóloga, pós-graduada em Gestão Estratégica Empresarial, sócia e diretora operacional da Singulari.
Segundo Suelen, um dos desafios atuais é transformar o uso individual de ferramentas de IA em uma competência incorporada à organização.
“Quando olhamos para a inteligência artificial dentro das empresas, percebemos que o principal gargalo não é a falta de ferramentas, mas a ausência de letramento e governança. O nosso papel é transformar um uso que ainda acontece de forma individual em aprendizado coletivo e capacidade organizacional”, explica.
Para a executiva, a discussão sobre IA nas empresas precisa ir além da busca imediata por ganhos de produtividade.
“É o equilíbrio entre pessoas, estratégia e tecnologia que transforma a IA em uma vantagem competitiva real”, conclui.
Perfil da Singulari e presença internacional
A Singulari Consultoria é uma empresa amazonense de atuação nacional e internacional, especializada em apoiar organizações na transformação de desafios de gestão, conectando estratégia, cultura, pessoas, processos e tecnologia.
Com experiência em desenvolvimento de lideranças, cultura organizacional, gestão da mudança, inovação e adoção de inteligência artificial, a consultoria desenvolve soluções aplicadas à realidade de cada negócio, com foco em produtividade, qualidade das decisões e capacidade de execução.
Orientada pelo conceito de Value Profit Chain, a Singulari busca transformar o potencial humano e organizacional em melhores experiências, serviços de excelência e resultados sustentáveis. As sócias Luciana Nogueira Minev e Suelen Scop lideram um time de mais de 20 profissionais dedicado a projetos de cultura organizacional, desenvolvimento de lideranças, gestão da mudança, inovação e adoção estratégica de IA.
A empresa participa de comitês de inteligência artificial no Brasil e nos Estados Unidos e já levou palestras sobre o tema ao Brasil e à China.
Glossário
- Inteligência artificial (IA): Conjunto de técnicas e sistemas computacionais capazes de executar tarefas que normalmente exigiriam inteligência humana, como análise de dados, reconhecimento de padrões e geração de texto.
- Letramento em IA: Conjunto de conhecimentos e habilidades necessários para compreender, avaliar e usar sistemas de inteligência artificial de forma estratégica, ética e alinhada aos objetivos do negócio.
- Governança de IA: Políticas, processos e estruturas que orientam o uso responsável da inteligência artificial em uma organização, incluindo segurança, privacidade, transparência e gestão de riscos.
- Value Profit Chain: Modelo de gestão que relaciona a experiência de colaboradores e clientes à performance financeira, mostrando como investimento em pessoas e serviços de qualidade impacta resultados sustentáveis.



